Real Time Web Analytics I need to be myself
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
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O peso da minha alma excede o poder da gravidade. E eu caio. Eu vazo pelas beiradas e me desfaço nos cortes planetários que alguns chamam de crateras. Me perco no vão entre uma estrela e outra. Minhas pupilas se dilatam, meu corpo se retrai, e eu continuo a me perder. Continuo a cair. O mundo…

Nós somos ilhas rodeadas por um mar de gente. Estamos em uma ilha e somos uma uma ilha. Estamos isolados e nos isolamos ainda mais. O ser humano é essa criatura que prefere se isolar do mundo a ter que provar da traição, seja de um amigo ou de um amor. Acontece que preferimos viver com uma desconexão emocional. Nos dói menos. Mas mesmo assim, as vezes buscamos barcos, balsas ou um beijo… Tudo serve de ponte e vale para sair temporariamente da ilha. Uma ilha que nos provoca claustrofobia. Nos provoca um aperto. Daqueles que massacra. Contudo, antes de criar uma ponte, tem-se que cavar bem fundo, arrancar as pedras do coração. E por isso, a maior dessas pontes é o amor, que se constrói com o mais perfeito cuidado, ligando duas pessoas… Dois corações… Duas ilhas. E assim, ficam ilhas conexas a outras ilhas, com uma ponte invisível, porém mais forte que qualquer outra coisa que podemos ver.”
Sou um ser feito de barro, apenas.   (via passaropreto)
Mas eu te espero
porque o grito dos teus olhos
é mais
longo que o braço da floresta
e aparece atrás
dos montes, dos ventos
e dos edifícios
e o brilho do teu riso
é mais
quente que o sol do meio-dia
e mais e mais e oh oh oh oh oh…”
Dor e Dor, Tom Zé  (via eu-nao-sei-nadar)

uchu-jin:

もう少し宇宙ぽいイメージを表現できないか、試行錯誤しています。